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21h21min - 04 de Março de 2010 Atualizado em 18h43min - 27 de Junho de 2013

Cidade Administrativa favorece desenvolvimento de Belo Horizonte

A implantação da Cidade Administrativa transformou o perfil arquitetônico da região Norte da capital, pela grandiosidade de suas formas, mas, sobretudo, pelo planejamento da ocupação iniciado de todo seu entorno e projetado para as próximas décadas. Dessa forma, retoma o projeto de redirecionar o eixo do desenvolvimento da capital para a região Norte.

BELO HORIZONTE (04/03/10) - A expansão urbana de Belo Horizonte nas últimas décadas favoreceu o desenvolvimento de algumas regiões em prejuízo de outras. Mesmo com uma geografia privilegiada com amplos espaços e acesso aos principais eixos rodoviários do entorno da capital, o Vetor Norte apresentava baixos índices de desenvolvimento humano, com elevado crescimento demográfico e ocupação imobiliária desordenada, gerando deficiências nos serviços necessários à população.

Belo Horizonte teve três momentos históricos importantes no seu planejamento: a área Central, planejada pelo engenheiro Aarão Reis no final do séc. XIX, representa hoje 3% da área urbana. A implantação do conjunto arquitetônico da Pampulha por Juscelino Kubitschek e Oscar Niemeyer, na década de 40; e, agora, com a Cidade Administrativa e o Plano de Desenvolvimento Metropolitano.

A implantação da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves já transformou o perfil arquitetônico da região Norte da capital, pela grandiosidade e beleza de suas formas, mas, sobretudo, pelo planejamento da ocupação agora iniciado de todo seu entorno e projetado para as próximas décadas. Dessa forma, retoma o projeto desenvolvido por Juscelino Kubitschek há 70 anos: redirecionar o eixo do desenvolvimento da capital mineira para a região Norte, por meio da ocupação da Pampulha.

O desenvolvimento da região tornou-se política pública do Governo de Minas. Por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do Vetor Norte da RMBH, foram tomadas medidas fundamentais como a regularização fundiária de vilas e favelas ocupadas por famílias de baixa renda, fomento à economia local, capacitação e qualificação profissional dos moradores da região para formação de mão-de-obra.

O Estado investiu R$ 20 milhões em obras sociais nas comunidades do entorno da Cidade Administrativa em reforma de 27 escolas públicas, construção de praças, associação comunitária, melhorias em postos de saúde, campos de futebol e ainda a revitalização do Conjunto União, o condomínio residencial mais antigo da região.

O plano de reordenamento da região inclui a construção do Centro Aeroespacial em Sete Lagoas, o Parque Industrial Tecnológico (BH-TEC), a construção do Rodoanel Norte, a ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves e a consolidação do aeroporto industrial em Confins.

Um conjunto de ações indutoras do desenvolvimento, viabilizado pela construção da Linha Verde, concluída em 2008, proporcionará ao Estado competir economicamente com os grandes centros, ancorado em quatro pilares: incorporação de inovações tecnológicas e científicas; logística eficiente para transporte de bens de consumo; uso intensivo de tecnologias de comunicação e demanda de mão-de-obra cada vez mais especializada.

Estudos do governo estimam que, em 20 anos, haverá uma completa reversão do Vetor Norte, que terá ampla sustentabilidade econômica e ambiental, beneficiando toda população de Belo Horizonte e de 13 municípios da Região Metropolitana.

SEGOV - Secretaria de Estado de Governo de Minas Gerais

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